Aquilo que todo instrutor avisou aconteceu. Cometer uma infração grave (ou gravíssima, ou reincidir em média) com PPD é aterrorizante. Entenda o que ainda pode ser feito.
Tentar salvar minha PPDSer autuado durante seu ano de experiência com a PPD pode resultar no cancelamento dela no sistema, impossibilitando a impressão da carteira definitiva.
Você já sabe o preço abusivo que pagou nas aulas práticas, nos exames de vista e na prova de percurso. Perder a PPD significa, por lei judicial e de trânsito, que este dinheiro escorreu.
A tristeza em ter que sentar novamente para exames num CFC e fazer provas teóricas atinge o emocional de vários novos motoristas. A solução, todavia, jaz na burocracia e falhas da multa que iniciou o problema.
A lei não tolera infrações Grava, Gravíssima, ou múltiplas Médias no 1º ano de carteira do cidadão brasileiro.
Diferente de CNH suspensa, aqui não há prazo de 'gancho'. Mas você fica inabilitado imediatamente até refazer os passos integrais e aprovar neles.
Muita gente com PPD cede o carro aos pais ou leva multas indevidas de radares e câmeras que erraram a placa. Você precisa recorrer a tempo.
Recorrer no trânsito significa que o Estado não pode assumir você como culpado formal até que se esgotem as opções de sua defesa protetiva.
Uma infração só registra os fatos e pontuação após finalizado o trãmite administrativo (JARI, CETRAN). Um recurso bem fundamentado 'suspende' sua finalização por vários anos.
Existe amplo acesso para barrar multas arbitrárias nas permissões. Respire fundo e traga para uma avaliação assertiva.
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